Guia PMBoK 5ª Edição

PMBOK 5ª Edição
PMBOK 5ª Edição

Cá estamos em 2013 e junto com o ano novo, uma nova edição do Guia PMBoK, do PMI – o livro que estabelece as melhores práticas em gerenciamento de projetos ao redor do mundo.

EDIT: Pois! Cá estamos em 2014 e a versão final em finalmente ficou pronta! É só passar no site do PMI, fazer login e baixar!

Mas o que mudou no PMBoK? Muita coisa. O texto foi revisado, sessões mudaram de lugar, conteúdo sobre times locais e virtuais foi adicionado, bem como mais informações foram adicionadas a quase todos os tópicos. Continue lendo “Guia PMBoK 5ª Edição”

10 Dicas para Coleta de Requisitos

Na mosca!
Na mosca!

Os requisitos do projeto são uma parte de fundamental importância para a definição não só do escopo, mas também dos objetivos do projeto. Quando os requisitos não são claros, a chance do projeto não ter sucesso ou ter apenas sucesso parcial (por que deixou de atender a necessidade do cliente, por exemplo) é muito maior. Os requisitos são determinados pelas partes interessadas do projeto, todas elas ou as mais importantes e ativas.

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10 Dicas para Gerenciamento de Riscos

Lei de Murphy é um adágio popular da cultura ocidental que afirma: “Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará” ou “Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em consequências indesejáveis, certamente essa será a maneira escolhida por alguém para executá-la”. Ela é comumente citada (ou abreviada) por “Se algo pode dar errado, dará” ou ainda “Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo a causar o maior estrago possível”.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Parece familiar? Se você respondeu que sim, então  este artigo foi feito especialmente para você! Continue lendo “10 Dicas para Gerenciamento de Riscos”

10 Dicas de Liderança

Liderar é o tipo de atividade que só se aprende com o tempo, com a prática e mais importante de tudo, com os erros. Mas já diz o ditado “O homem inteligente aprende com os próprios erros, o sábio, com os erros dos outros.”

Aqui vão algumas dicas para vocês que precisam diariamente lidar com pessoas, mesmo que não em posição de liderança, afinal, líder nenhum nasceu com seguidores.

  • Ouça as pessoas com atenção. Quando você ouve, muitas vezes você consegue todas as informações de que necessita para convencer a pessoa de que seu ponto de vista ou idéia é uma boa opção.
  • Repreenda em sigilo, elogie em público. Esta deve ser a regra uma vez que quando alguém está errado, esta pessoa (e quase sempre todo o time) está ciente disto.
  • Nunca menospreze ou outros. Pessoas se desmotivam muito facilmente e menosprezo/não reconhecimento é de um impacto terrível para o moral do indivíduo e do time. Mesmo quando um membro do time ou um subordinado estiver terminantemente errado, achar a melhor forma e o melhor momento para informar isso é de responsabilidade do líder.
  • “À César o que é de César”. Em contraponto com a dica acima, quando um subordinado fizer a coisa certa, ou surgir com uma solução para um problema, lembre-se de tornar esta informação pública. Se possível, na próxima reunião, cite o desempenho do mesmo e relembre de sua participação naquele processo.
  • Quando errar, seja o primeiro a reconhecer isso. Seu time estará disposto a perdoar erros se perceberem que você admite quando erra e trabalha sempre para obter o melhor resultado.
  • As pessoas primeiro compram o vendedor, depois um novo produto. Se não houver confiança no líder, dificilmente as pessoas aceitarão a idéia que ele quer passar. Se não confiarem no líder, não o seguirão.
  • Atualize-se a respeito do seu time. Sabe aqueles dias em que você não queria ter saido da cama e tudo que mais deseja é um abraço. Seu time também se sente assim. Mantenha-se atento a flutuações de humor e produtividade e procure sempre manter pelo menos um canal de comunicação aberto para que possam vir até você ou que você possa sondar o que se passa.
  • Os opostos se atraem, mas os iguais se preferem. Leve não apenas as capacidades e habilidades pessoais em consideração quando for determinar que pessoas devem trabalhar juntas. As personalidades conflitantes podem ser (e normalmente são) um fator de risco para qualquer atividade a ser desempenhada em equipe. Considere sempre a possibilidade de alocar pessoas de temperamentos e humores similares para trabalhar juntas, ou mantenha sempre o time com um bom equilíbrio, de forma que as decisões tomadas estejam sempre de acordo com o que precisa ser feito e não sejam um problema para o time. Um time stressado e que não consegue trabalhar junto não é de nenhuma valia.
  • Agregue valor. Sempre que possível, ajude seus funcionários, time, seguidores, amigos e colegas de trabalho a melhorarem a si mesmos. Ajude-os a entender um processo; a desenvolver o raciocínio que irá resolver um problema; elabore palestras; e se em posição, permita que façam cursos que lhes capacitem ainda mais. Isso é bom para eles, bom para a empresa e bom para o líder, que terá ao seu redor pessoas não apenas sabem que podem contar com ele, mas que também o estimam.
  • Ache um mentor. Lideres desenvolvem lideres, então ache um líder onde você está e “cole” nele. Aprenda tudo o que puder com ele. Esta tarefa em sí pode ser um exercício de liderança pois provavelmente o envolverá em algumas negociações para conseguir o que quer (seja na forma de uma mudança de setor ou apenas convencendo o líder-alvo a ser seu mentor).

Seguindo estas dicas, você garante uma coisa importantíssima, da qual todos os lideres necessitam: o respeito de seus seguidores, funcionários e colegas de trabalho. Você tem alguma dica de liderança ou quer complementar algo que foi dito? Comente!

Leia também:
Soft Skills I
Soft Skills II – Liderança
Soft Skills III – Postura Exemplo e Influência
Soft Skills IV – Motivação – Teorias Motivacionais
10 Dicas para MS Office Project 2007
10 Dicas para definir o Escopo do Projeto
10 Dicas para E-Mails
10 Dicas para Gerenciamento de Riscos
PM Lectures – Aprenda Online com Experts: Dealing with Difficult People Review
Aula de Motivação com Rocky Balboa

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PMBoK 4ª Edição – Versão Final

Novo PMBoK em Portugês, agora completo.
Novo PMBoK em Portugês, agora completo.

Na ultima terça-feita, dia 27/10, o PMI disponibilizou a versão final da tradução do Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, o nosso famoso Guia PMBoK.

Disponível em versão impressa e em formato eletrônico no site to PMI para membros, o novo pdf traz agora as figuras e tabelas traduzidas, um novo e mais completo dicionário de termos e todos os apêndices da versão original.

Se você já é membro do PMI, corra para o site e pegue seu pdf. Se não é, as alternativas são:

Filie-se! Se tornando um filiado do PMI, você passa a ter acesso não só ao PMBoK, mas a todas as publicações do PMI, em formato digital; descontos na compra de livros, eventos e palestras; recebe mensalmente a PM Network e outras publicações do PMI; Desconto na inscrição para certificação PMP e uma capacidade de networking e troca de experiência sem par.

Especialize-se! Muitos cursos (MBAs, Pós-Graduações e especializações) oferecem como parte dos benefícios ou a inscrição gratuita dos alunos no PMI ou uma cópia do PMBoK. Além de acesso ao livro, você sai com uma nova titulação, mais conhecimento e um novo grupo de contatos. Apenas certifique-se de que no segundo caso, a cópia seja a 4ª edição.

Compre! Na Amazon.com, você já encontra o PMBoK em Português. Ainda deve demorar um pouco para que livrarias locais e sites nacionais recebam o livro, mas assim que eu achar os links, posto aqui para vocês. Uma nota, no site do PMI, o livro está cotado a $49.50 (para membros). Já na Amazon, o livro está mais barato: $41.55. Com entrega que varia de 2 a 32 dias, dependendo do tipo de envio selecionado.

Leia também:

PMBoK 4ª Edição – Download Gratúito
PMBoK 4ª Edição – O que mudou

PRINCE2, com Elizabeth Harrin

Hoje, em nossa série Metodologias de Gerenciamento de Projetos, vamos entrevista Elizabeth Harrin. Elizabeth, autora do premiado blog A Girl’s Guide to Project Management e do livro Project Management in the Real World, escreve uma para uma grande variedade de publicações sobre Gerenciamento de Projetos e é uma dos membros fundadores do PMI’s New Media Council  e uma praticante de PRINCE2.

Olá Elizabeth, obrigado pela entrevista, como você está?

Bem, obrigada!

Elizabeth, Como surgiu o PRINCE2?

PRINCE2 é uma sigla para Projetos em Ambientes Controlados (do Inglês Projects IN Controlled Environments) e é uma metodologia de gerenciamento de projetos amplamente usada. Primeiro veio PRINCE em 1989, como o padrão de gerenciamento de projetos de TI do governo Britânico. Desde então, tem sido adotado pelos setores públicos e privados mundialmente e revisado diversas vezes; PRINCE2 foi a revisão mais significativa. A versão mais recente, lançada em Junho de 2009, dividiu o manual em dois, um cobrindo gerentes de projetos e outro sobre patrocinadores de projetos (sponsors).

Em linhas gerais, como funciona o PRINCE2?

Bom, eu tenho que dar uma revisada nisso já que vou prestar re-certificação ainda este ano! Essencialmente, PRINCE2 se baseia em processos, com processos cobrindo iniciando o projeto, dirigindo o projeto, executando o projeto, gerenciando limites (encerrar e se mover entre estágios do projeto), controlando um estágio, gerenciando entregas (existe uma ênfase em planejamento baseado em produtos) e encerrando o projeto. Isto tudo é feito em um ambiente composto de sete temas: business case, organização, qualidade, planos, risco, mudança e progresso.

Como esses temas se correlacionam com o ciclo de vida do projeto encontrado no PMBoK?

Também existe um ciclo de vida no PRINCE2, os temas são o ambiente no qual este ciclo de vida acontece. Eu não sou PMP, então tive que escavar minha velha copia do PMBoK para dar uma pesquisada. Eu acho que a seção sobre ciclo de vida do projeto muito pobre, apenas uma página. Mas eu posso ter deixa de ver alguma coisa! No PRINCE2 você inicia no pré-projeto, o estagio de iniciação, estágio de entregas (você pode determinar vários se o projeto for muito longo) e então o estágio da entrega final, que significa o encerramento do projeto. Max Wideman escreveu sobre as diferenças entre o PMBoK e PRINCE2, vocês podem ler o artigo em pdf aqui. É velho, mas continua muito bom.

No que a metodologia do PRINCE2 difere do framework do PMBoK?

PRINCE2 oferece um caminho completo para se tirar um projeto do papel, desenvolvê-lo e entregá-lo, o que é uma das dificuldades de alguns gerentes de projetos iniciantes. Prince2 inclui uma discussão de como iniciar um projeto e detalhes práticos sobre controle de mudanças, algo que apenas estudar para a certificação PMP  não lhe dará. Então, quando o PMBoK lhe diz que precisará de uma forma de gerenciar projetos (e mudanças), PRINCE2 vai lhe dizer como fazer isso.

Existem outras diferenças: o PMBoK costuma falar sobre aquisições, enquanto PRINCE2 assume que você está operando dentro de um ambiente restringido por contratos, devido as suas raízes em projetos governamentais de TI. Você não encontrará nada em PRINCE2 sobre gerenciamento de pessoas ou soft skills para o gerente de projetos, apesar destes assuntos serem tratados em outras publicações do OGC.

Os conceitos de PRINCE2 são exclusivos ou complementares aos do PMBoK?

PRINCE2 não é exclusivo, dá para trabalhar com o PMBoK. se você tiver a autoridade e os recursos, não há razões par que o PMBoK e a metodologia PRINCE2 não possam ser colocadas em uso efetivo no mesmo projeto. Na verdade, um numero cada vez maior de gerentes de projeto está fazendo exatamente isso, e mostrando o valor de se utilizar o PMBoK e o PRINCE2 para complementar um ao outro

A chave para fazer metodologias flexíveis como o PRINCE2 e frameworks como o PMBoK funcionarem juntos é ser flexível você mesmo. Escolha as partes de cada que agregarão mais valor ao seu projeto.

O PMBoK possui uma grande quantidade de detalhes que vão lhe ajudar a lidar com o projeto de uma forma mais profissional. Aplicar tudo que está no PMBoK, entretanto, seria contra produtivo e irreal. Com PRINCE2 é a mesma coisa: não há por que seguir a risca o fluxo de trabalho sugerido no livro se lhe fará gastar três vezes mais para realizar alguma coisa.

Quais os pontos fortes da metodologia PRINCE2?

É muito estruturado. Sua forma de lidar com o desenvolvimento de uma mesa diretora ou grupo de projetos é bem clara e existe uma ênfase em seus papeis e responsabilidade. Existe muita documentação e você não precisa fazer tudo que existe nela, mas o que você realmente fizer ajuda as pessoas a entender o escopo do projeto e fazer as coisas da forma certa.

E quais os fracos?

Como eu disse, PRINCE2 não cobre trabalho com pessoas e gerenciamento de times, e conseguir o melhor das pessoas é o que fazemos diariamente. Isso parece um grande escorregão da parte da metodologia, especialmente quando projetos se estendem de uma parte tão crítica não coberta no standard. O PMBoK fala da necessidade de um patrocinador ma não se aprofunda no assunto, não sendo assim tão melhor, na minha opinião. Pela minha experiência, uma mesa diretora assegura um buy-in (aceitação) das entregas e benefícios do projeto muito mais abrangente  dentro da organização. O problema desta mesa diretora é que ela é muito mais difícil de se compor e gerenciar, e algumas vezes, ter uma pessoa provendo patrocínio por parte do setor executivo é tudo que se precisa para um processo rápido de tomada de decisões. Mesas diretoras também podem ser demais para projetos pequenos, assim como documentação em demasia.

Existe algum tipo de projeto em que o PRINCE2 seja mais recomendado?

Não, nenhum que eu saiba.

Quais as principais ferramentas e softwares usados no PRINCE2?

Não existe nenhuma recomendação de software ou ferramentas, você use o que achar melhor, ou nada. Existem várias templates de documentos e as organizações costumam escolher algumas delas.

Onde podemos achar estas templates? Elas são gratuitas?

Elas estão no site do PRINCE2 e sim, são gratuitas. Se você passar no exame para certificação em PRINCE2 você ganha acesso gratuito por um ano ao site pm4success, onde você pode encontrar muitos recursos. Se você não gostar das templates ‘oficiais’, procure online e veja o que consegue de graça. Um bom lugar para começar é o site On Projects.

O PMI regula a Certificação PMP. Qual a agencia que regula as certificações para PRINCE2?

O Grupo APM administra os exames e certificações em PRINCE2, sob autorização do OGC (Office of Government Commerce), que é o dono da metodologia.

Qual o processo para se obter a certificação? Existem critérios de elegibilidade?

Não existem critérios de elegibilidade para nenhum dos exames. Faça um treinamento, ou aprenda direto do manual, e então faça a prova. Os resultados para Foundation chegam normalmente em no Maximo um dia. Demora um pouco mais saber se você passou na modalidade Practitioner.

Ainda sobre as certificações, quais as diferenças entre as modalidades Foundation e Practitioner?

A modalidade Foundation é sobre conhecimento, Practitioner é sobre ser capaz de aplicar este conhecimento em situações práticas e entregar projetos com sucesso. Um treinamento  para Practitioner leva geralmente cinco dias, onde você aprende o básico no inicio da semana, faz o exame para Foundation na quarta e então aprende os tópicos mais avançados e faz o exame para Practitioner na sexta.

Como você poderia esperar, o exame para Practitioner é maior, mais difícil e tem uma média maior do que o Foundation!

Como se faz para manter as certificações? Existe algo como os PDUs do PMI?

Não, não existe nada como os PDUs. Você faz uma prova de re-certificação a cada cinco anos. A prova tem uma duração de uma hora.

No Brasil, onde podemos achar exames para certificação PRINCE2?

Não consegui encontrar nenhum curso de PRINCE2, mas você pode conseguir achar locais para a prova. Procure na lista de centros credenciados aqui, contate o Grupo APM ou o British  Council.

Como você vê o crescimento do uso do PRINCE2 no mundo, tendo em vista que a certificação PMP está tão em voga?

Eu não sei de onde tiraram essa idéia de que PRINCE2 é uma coisa pequena. Parece haver uma crença nos Estados Unidos de que PRINCE2 é usado apenas por um punhado de pessoas numa pequena vila longe de Tunbridge Wells, mas este realmente não é o caso.

*Risos*

PRINCE2 é usado em 160 países. O exame está disponível em nove línguas e o manual em sete. Existem mas de 250.000 candidatos qualificados e 2.000 exames por semana ao redor do mundo. Foi registrado um crescimento anual de 20%  e como as empresas voltadas para projetos continuam a aumentar, eu posso ver que também irá a participação do PRINCE2.

Existem quase 350.000 PMPs e o Guia PMBoK é publicado em dez línguas. Olhando desta forma, existem mais certificados PMPs pendurados nas paredes, mas PRINCE2 está crescendo substancialmente e não é o “primo pobre”.

Onde interessados no assunto podem conseguir material para estudo?

Existe muita informação no site oficial do PRINCE2 ou na  APMG website.

Obrigado pela entrevista Elizabeth, foi um prazer ter você aqui conosco no Papo GP! Gostaria de fazer algumas considerações finais?

Outra coisa a se perceber é que PRINCE2 não é uma organização componente do PMI. Você não paga uma inscrição anual, nem recebe revistas ou conferencias. Por esta razão, é muito mais barato, mas se você quer o networking que este tipo de organização provê, terá que procurar em outro lugar. Existem muitos lugares como este blog e o meu e o grupo #pmot no Twitter, onde você pode encontrar pessoas com os mesmos interesses e sem custos adicionais!

Para concluir, um lembrete para os leitores que lêem Inglês:  Não deixem de conferir o blog da Elizabeth, A Girl’s Guide to Project Management!

Leia também:
A Girl’s Guide to Project Management

Earned Value Project Management, com Eduardo Guimarães, MsC, PMP, PMI-SP
Corrente Crítica/Spider Project, com Peter Mello, SpS, PMP, PMI-SP
Elumini realiza provas PRINCE2 em Português

Elizabeth Harrin

Elizabeth Harrin, autora do premiado blog A Girl’s Guide to Project Management e do livro Project Management in the Real World, escreve uma para uma grande variedade de publicações, como o PM Tips, sobre Gerenciamento de Projetos. Residente da cidade de Londres, Reino Unido, ela é uma dos membros fundadores do PMI’s New Media Council  e uma praticante de PRINCE2. Para seguir Elizabeth no Twitter, adicionem @pm4girls.


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Project Management Methodology, Project Management Process, Project Management Methodologies

Resposta PMP XVIII

[polldaddy poll=1750438]

Resposta Correta: Lições Aprendidas. A Verificação do Escopo é um processo de Monitoramente e Controle, que ocorre em paralelo com as demais fazes do ciclo de vida do projeto. Uma vez que o projeto tem todo seu trabalho técnico finalizado, ou seja, todas as entregas foram concluídas, não há mais nada para se monitorar/controlar. O Plano de Respostas a Risco é um documento gerado durante o planejamento do projeto, e atualizado conforme novos riscos vão surgindo durante a Execução. O Plano de Gerenciamento das Partes Interessadas (que é necessariamente um produto do novo processo no PMBoK 4ª edição – Gerenciar as expectativas das Partes Interessadas, componente do Plano de Gerenciamento de Comunicação) também é desenvolvido na faze de Planejamento. O processo de documentar Lições Aprendidas ocorre, teoricamente, na fase de Encerramento, seja de uma etapa do Ciclo de Vida ou do Projeto em si. Como a questão deixa claro em que ponto estamos do projeto (todo o trabalho técnico está finalizado) sabemos que se trata do encerramento. Assim, a única opção cabível é documentar o que falta e arquivar tudo.

Lições Aprendidas: Conjunto de documentos que registra as dificuldades encontradas durante o planejamento, execução e encerramento de um projeto, as ações corretivas adotadas, sua repercussão sobre o projeto e que conclusões foram geradas devido a estas situações. As lições aprendidas também englobam situações ou soluções inusitadas que podem ser replicadas ou esperadas em novos projetos. É um banco de dados da memória dos projetos desenvolvidos e deve ser usada como referência, de forma a evitar que problemas já solucionados se repitam, soluções inventivas se percam e situações inesperadas surpreendam os gerentes, causando problemas.

Lembre-se que as respostas para a certificação devem ser escolhidas sempre pensando na melhor resposta possível. Esta resposta está em conformidade com o material apresentado no PMBoK 4ª Edição.

Leia também: Windows 7 – Lições Aprendidas

Treinamento para certificação PMP, no seu SmartPhone!
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Resposta PMP XVII

[polldaddy poll=1713716]

Resposta Correta: Seguir as exigências legais e os procedimentos da companhia para serviços de terceiros. Está em Responsabilidade: Padrões Mandatórios. Regulamentos e exigências legais: 2.3.1- Nos mantemos informados e obedecemos à política, regras, regulamentos e leis que governam nosso trabalho e atividade profissional e voluntária. Ou seja, devemos seguir as regras as quais acordamos nos submeter, sejam estas via contrato, acordo formal, ou regulamentos internos da empresa na qual trabalhamos.

“Buscar uma alternativa aos procedimentos da companhia para obter a solução” e “Tentar contratar o técnico que saiu da companhia, diretamente, como consultor” seria uma violação direta deste princípio do Código de Conduta pois estaríamos indo contra as normas estabelecidas na empresa para a contratação de pessoal.

“Perguntar ao gerente de uma empresa de consultoria o que fazer” geraria um conflito de interesses, pois um gerente de uma empresa de consultoria iria ter a oportunidade de influenciar a decisão do gerente de projetos (podendo muito bem sugerir que um de seus consultores fossem contratados para o serviço).

Conflito de Interesse:  “Um conflito de interesse ocorre quando estamos em posição de influenciar decisões ou outros resultados em nome de uma parte quando tais decisões ou resultados poderiam afetar uma ou mais partes com as quais temos lealdades conflitantes. Por exemplo, quando estamos agindo como empregados, temos um dever de lealdade com nosso empregador. Quando estamos agindo como voluntários do PMI temos um dever de lealdade para com o PMI. Devemos reconhecer estes interesses divergentes e nos abstermos de influenciar decisões quando identificamos um conflito de interesse.” – Código de Ética e de Conduta Profissional do PMI.

Lembre-se que as respostas para a certificação devem ser escolhidas sempre pensando na melhor resposta possível. Esta resposta está em conformidade com o material apresentado no PMBoK 4ª Edição.

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Templates de Gerenciamento de Projetos

Olá leitores! Atualizei as templates disponíveis e estou disponibilizando uma lista de templates que, ao longo do tempo, vou colocar no ar para vocês. As templates nesta lista serão divididas pela fase do cíclo de vida do projeto onde costumam ser criadas ou mais utilizadas. Até a próxima e bons projetos!

Iniciação

SOW – Statement of Work – Declaração de Trabalho
Project Charter – Termo de Abertura do Projeto
Scope Statement – Declaração de Escopo do Projeto

Planejamento

WBS Dictionary – Dicionário da EAP
Risk Register – Registro de Riscos

Execução

Change Request – Requisição de Mudança

Monitoramento & Controle

Scorecard
Project State Report – Relatório de Situação

Lessons Learned – Lições Aprendidas (Josh Nankivel)

Encerramento

Project Closure Template – Formulário de Encerramento do Projeto

Diversas

MS Project template, formatada para as Melhores Práticas

Quaisquer outras templates publicadas serão adicionadas à este post para a sua comodidade.

Project Management Methodology, Project Management Process, Project Management Methodologies

Resposta PMP XVI

[polldaddy poll=1669302]

Resposta Correta: No padrão 3 sigma, 99,73% das ocorrências caem dentro dos limites inferior e superior. O que corresponde a 2700 defeitos por milhão de oportunidades (DPMO). Muitas empresas são consideradas operando no padrão 3 sigma. Na metodologia 6 sigma, 1 sigma é o mais baixo nível mensurável possível. 6 sigma, como o nome indica, é o mais alto padrão.

O desvio padrão demonstra a possibilidade de erro dentro de uma estimativa. Numa estimativa de tempo de 6 dias, com um desvio padrão de 2, a entrega poderia ser realizada entre 4 e 8 dias. Logo, quanto maior o desvio padrão, menor a exatidão da estimativa. Num processo, por exemplo, a produção de blocos 2cmx2cm de concreto, um alto desvio padrão indicaria um auto número de blocos que não tem a medica correta.

Uma empresa operando a 6 sigma, apresenta um índice de 99,9997%, apenas 3,4 defeitos por milhão, não 8% (80.000).

6 Sigma: “Seis Sigmas ou Six Sigma (em inglês) é um conjunto de práticas originalmente desenvolvidas pela Motorola para melhorar sistematicamente os processos ao eliminar defeitos. Um defeito é definido como a não conformidade de um produto ou serviço com suas especificações. Seis Sigmas também é definido como uma estratégia gerencial para promover mudanças nas organizações, fazendo com que se chegue a melhorias nos processos, produtos e serviços para a satisfação dos clientes“. -Wikipedia.

Gráficos de controle : “Os gráficos de controle são usados para determinar se um processo é estável ou se tem um desempenho previsível. Os limites de especificação superior e inferior se baseiam nos requisitos do contrato. Eles refletem os valores mínimos e máximos permitidos. Pode haver penalidades associadas com a ultrapassagem dos limites de especificação. Os limites de controle inferior e superior são definidos pelo gerente de projetos e pelas partes interessadas apropriadas para refletir os pontos em que serão adotadas ações corretivas para impedir a ultrapassagem dos limites de especificação. Para processos repetitivos, os limites de controle normalmente são +/- 3 sigma. Um processo é considerado fora de controle quando um ponto de dados excede um limite de controle, ou se sete pontos consecutivos estiverem acima ou abaixo da média.“. PMBoK, p. 165

Lembre-se que as respostas para a certificação devem ser escolhidas sempre pensando na melhor resposta possível. Esta resposta está em conformidade com o material apresentado no PMBoK 4ª Edição.

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